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APÓS SER ACIONADO NA JUSTIÇA, NELTER VOLTA A ACUSAR INSTITUTO EXATUS DE CRIME ELEITORAL

nelter queiroz

Após receber interpelação judicial da Exatus Consultoria e Pesquisa pelas acusações, feitas sem provas, de fraude eleitoral devido uma pesquisa cujo resultado não o agradou, o deputado estadual Nelter Queiroz (PSDB) voltou a acusar a Exatus de crime eleitoral, em pronunciamento na Assembleia Legislativa do RN (ALRN) nesta quarta-feira 8. Nelter voltou a dizer também, novamente sem provas, que o instituto responde a processos judiciais e que abriria mão de sua imunidade parlamentar para se defender.

O Instituto Exatus pertence ao Grupo Agora RN, que edita este AGORA RN.

Lembrando um erro de resultado eleitoral cometido pelo instituto em 2020 no município de Assú, já assumido publicamente pela Exatus e devidamente corrigido, o parlamentar afirmou que pesquisa em Assú, registrada e veiculada pelo jornal Agora RN em abril passado, foi “criminosa e manipulada”. Para embasar a acusação de crime eleitoral, fraude e manipulação na pesquisa da semana passada, ele citou o erro de quatro anos atrás, sem apresentar qualquer prova de que o instituto tenha cometido irregularidade na pesquisa.

“Como é que o instituto, há quatro anos, solta uma pesquisa em que o candidato Gustavo Soares liderava com 55% (das intenções de votos) e Ivan Jr. com 35%. Apenas três dias depois, quando as urnas foram apuradas, a diferença foi de cinco votos. Eu acho que isso é um crime, um crime eleitoral”, disse o deputado, confundindo a mera falta de acerto da pesquisa com manipulação criminosa de resultados, o que não foi o caso.

Em seguida, ele citou a pesquisa divulgada no último dia 27 pela Exatus, referente às eleições deste ano em Assu. “Agora, em 2024, o mesmo Instituto publica uma pesquisa em que Lula Soares tem 52%, Vanessa 25% e Fabielle, 11%. Ou seja, uma coisa semelhante há quatro anos atrás. Eu acho um absurdo. Isso não é um crime eleitoral? Claro que é. Tem que haver providencias por parte do MPE (Ministério Público Eleitoral)”, reclamou Nelter, aliado político da pré-candidata Vanessa Lopes e de seu marido, o ex-prefeito de Assu, Ivan Jr., ambos do União Brasil.

“Não podemos aceitar pesquisa que manipula a sociedade”, diz deputado

Ainda em seu pronunciamento, o deputado Nelter Queiroz classificou o Instituto Exatus, que pertence ao mesmo grupo que edita o jornal Agora RN, de “aberração”. Ele afirmou que o instituto, assim como o jornal, “não tem credibilidade”, e que irá provar “que o instituto Exatus não está sendo correto com essas pesquisas”.

E passou a atacar pessoalmente o diretor-presidente da Exatus e do Agora RN, o jornalista Alex Viana. Citando o fato de a Exatus ter entrado com uma interpelação judicial com pedido de explicações em juízo contra ele, para que entre outras coisas, o deputado apresente as provas da existência de crime de fraude eleitoral, Nelter respondeu em tom de ironia e deboche.

“Eu não tenho medo de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), imagine de você, meu filho. Acho que você não me conhece não. Ele entrou na Justiça contra mim, para eu dar explicação sobre a aberração desse instituto. Isso é uma coisa que a Justiça Eleitoral tem que tomar as providências. Quer me ameaçar processar, pensando que eu vou recuar, que vou ter medo dele. Esse instituto não tem credibilidade pelo fato que ocorreu na eleição passada. Tem processos, inclusive, contra esse instituto”, ironizou.

Deputado diz que vai abrir mão da imunidade parlamentar

Em seguida, Nelter Queiroz falou em “abrir mão de sua imunidade parlamentar”. “Eu quero dizer, com ironia, que eu não tenho medo dele, ameaçando um processo contra mim. Se for preciso, eu vou ao encontro dele onde ele me convocar, para eu assinar um documento e abrir mão da minha imunidade parlamentar. Eu quero me encontrar com ele e provar que o Instituto Exatus não está sendo correto com essas pesquisas há quatro anos como aconteceu”, afirmou.

O parlamentar finalizou seu pronunciamento dizendo que, “irei tomar as providências com meu advogado e encaminhar um documento à Justiça, abrindo mão da minha imunidade parlamentar, para que ele venha na justiça para que eu prove a ele o que eu disse aqui. Que, há quatro anos atrás, eu repito, a pesquisa do Instituto Exatus, que é desse jornal e mesmo proprietário, divulgou uma pesquisa há quatro anos que deu 55 contra 35 e o resultado foram cinco votos. E hoje, de novo, está no mesmo caminho”.

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