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COCA-COLA É A SEGUNDA PALAVRA MAIS USADA NO MUNDO. A PRIMEIRA É "OK"


Foto: Pixabay/birgl.

A palavra Coca-Cola é a segunda palavra mais falada no mundo, ficando atrás apenas de OK. Marca mundial, o refrigerante entra para a lista de palavras universais, que são facilmente compreendida por todos.

O termo Ok é usado praticamente por toda a população mundial, para qualquer tipo de situação, uma confirmação, uma afirmação maioria das situações pode ser dito.

Qual a origem da palavra OK?

Foi como uma brincadeira que um jornal de Boston criou, em 1839, a expressão “O.k.”, que designava “tudo certo” e que se propagou a ponto de ser reconhecida hoje em qualquer parte do mundo.

Outra versão diz que o ok surgiu como abreviatura da expressão inglesa oll korrect, forma vulgar de escrever all correct, indicando, no universo náutico, que nada de errado havia com uma embarcação.

O marinheiro encarregado de fazer a vistoria, não encontrando nenhuma irregularidade, dizia OK e o navio zarpava.

Já Coca-Cola, se tornou atrativa e enraizada na mente das pessoas quando se fala em cinema, pipoca, pizza, almoço e etc, há uma associação do produto diretamente com momentos felizes e de lazer.

Segundo a consultoria Euromonitor, o consumo de refrigerantes no mercado brasileiro projetado para 2022 estará 20,3% abaixo do que se via em 2012.

O fato é que cada vez mais, beber seu refrigerante favorito ficou mais fácil e simples e principalmente, não precisa mais sair de casa, com a tecnologia hoje chega até a sua porta.

Estratégia da Coca-Cola?

A estratégia é sempre associar e tornar a Coca-Cola presente em seus momentos de felicidade. Não é por acaso que o slogan da empresa “Abra a felicidade” é mais sobre um estado de espírito do que sobre o produto em si. Sim, hoje a Coca-Cola é a segunda palavra mais falada no mundo, a maioria das pessoas assimilam a sede a necessidade de um Coca-Cola gelada.

Com uma variação de concorrentes por vários lugares e regiões do Brasil e mundo a Coca-Cola, sempre esta na lista de preferência, de mais de 90% da população.

Por Moneytimes.

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