Pular para o conteúdo principal

EMPRESÁRIO BOLSONARISTA PEDE PRISÃO DE MINISTROS EM REDES SOCIAIS E TEM SEU TWITEER BLOQUEADO

 O empresário Alfredo Sequeira Filho que tem demonstrado admiração profunda pelos métodos do presidente Bolsonaro (PL) tem usado as redes sociais para suas postagens empresariais e também para expressar sua revolta para com os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Superior Tribunal Federal (STF).

O colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, considerado um dos mais bem informados, publicou em sua coluna deste domingo, 5, a notícia envolvendo o empresário Alfredo Sequeira, com a chamada: “EMPRESÁRIO BOLSONARISTA DEFENDE PRISÃO DE MINISTROS DO STF” e diz no primeiro trecho que “O empresário bolsonarista Alfredo Sequeira Filho pede a prisão de ministros do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em redes sociais e está com o Twitter bloqueado por violar as regras da plataforma. Sequeira Filho é fundador da Associação dos Assessores de Investimentos (AIs Livres) e se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, no início do ano”.

Adiante, o colunista diz que “Nos últimos meses, o empresário bolsonarista atacou o STF, o TSE e pelo menos três ministros desses tribunais em redes sociais. Segundo Sequeira Filho, os ministros do STF são “bandidos”, “ditadores” e “devem ser presos”.

Sequeira chegou a negar que tivesse perfil no Twitter, mas depois que foi informado de ele mesmo divulgava os tuítes em seu Facebook, recuou: “Deve ser alguma coisa que fiz há muito tempo”.

Para o colunista, o empresário não quis comentar os ataques aos ministros: “É meu direito de expressão”.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

JUSTIÇA ELEITORAL FISCALIZA CLINICA EM CAICÓ POR SUSPEITA DE COMPRA DE VOTOS; 11 PESSOAS FORAM CONDUZIDAS A DELEGACIA

A Justiça eleitoral realizou nesta segunda-feira(02) uma operação de fiscalização contra supostos crimes eleitorais em uma clinica médica e odontológica localizada na rua Tonheca Dantas nas proximidades da Central do Cidadão no bairro Penedo em Caicó.  Os funcionários da justiça eleitoral receberam denuncias de que a clinica estaria funcionando no domingo a noite e poderia está acontecendo favorecimento politico, mais como não conseguiram fazer a fiscalização naquele momento realizaram na manhã de segunda-feira, feriado de finados.  Ao chegar no local foi constatado a clinica em funcionamento com movimentação de pacientes e ao entrar pediram explicações e foram informados que aproveitaram o feriado para fazer moldagem para posteriormente ser realizado o orçamento do trabalho.  Os servidores da justiça solicitaram apoio da Policia Militar e conduziram até a delegacia para averiguação e prestar depoimentos três pessoas que trabalham na clinica e 8 pacientes que estavam presentes no local

SEXO, DROGAS E MUITO AMOR. VÍDEO DE SOGRA DE PREFEITO DE CAMPINA GRANDE PROVOCA "FRISSON" NA PARAÍBA

Um vídeo onde a sogra do prefeito de Campina Grande, Soraya Brito, aparece em um motel cheirando cocaína explodiu como uma bomba na Paraíba essa manhã. Soraya Brito é a mãe de Juliana Cunha Lima, casada com o prefeito Bruno Cunha Lima (Solidariedade). Bruno Cunha Lima é sobrinho do ex-governador Cássio Cunha Lima, que foi um dos líderes nacionais do PSDB. O ex-senador vai lançar seu filho, o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB), como candidato ao governo do Estado. A gravação está sendo muito comentada nas redes sociais, e a hashtag #fofocadecampina é uma das mais citadas na região. Ninguém sabe a autoria do vídeo.

CERVEJA EM FALTA...

Às vésperas das festas de fim de ano, o nível de ruptura da cerveja – índice que monitora a falta de produtos em supermercados brasileiros –, segue em alta. Em novembro, atingiu 19,45%, frente aos 10% registrados no mesmo mês de 2019.  O índice começou a subir em março, no início da quarentena. Nos últimos meses foram registrados 17,64% de ruptura, em setembro, e 18,92% em outubro.  O monitoramento acompanha os dados de 40 mil varejistas no Brasil e é feito pela Neogrid, especializada na sincronização da cadeia de suprimentos.  A falta de cervejas nas prateleiras se deve, principalmente, às dificuldades que as empresas enfrentam para comprar embalagens, como vidro para as garrafas e latas. Apesar do alto índice de ruptura, não há, por ora, risco de desabastecimento do produto.