Pular para o conteúdo principal

MAIS DE 760 MIL POTIGUARES ESTÃO COM A DOSE DE REFORÇO CONTRA A COVID EM ATRASO

 


Mais de 760 mil pessoas (767.796, ao todo) estão com a dose de reforço – também chamada de terceira dose – contra a Covid em atraso no Rio Grande do Norte. Ou seja, essas pessoas já passaram do período de quatro meses recomendado após a segunda dose.

O dado consta no relatório mais recente do RN+ Vacina, publicado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), e que foi atualizado até a segunda-feira (23).

De acordo com a pasta, a faixa etária com maior atraso na dose de reforço é dos 18 aos 29 anos, com 251.234 atrasados. O público entre 30 a 39 anos está logo em seguida, com 191.815 atrasados.

A Sesap informou ainda que outras 257.837 pessoas em todo o Rio Grande do Norte estão com a segunda dose em atraso. Nesse caso, no entanto, a maioria dos retardatários são crianças de 5 a 11 anos de idade, sendo 61.351, e jovens entre 18 e 29 anos, sendo 60.304 atrasados.

A pasta reforçou que a imunização é a forma mais eficaz de controle da pandemia, evitando os casos graves e internações pela doença.

O RN atingiu recentemente a marca de 39 dias consecutivos sem mortes por Covid, o maior período desde o início da pandemia.

Na segunda-feira (23), o estado voltou a registrar dois óbitos – em um dos casos, o paciente não tinha registro de vacinação contra a Covid, segundo a Sesap. No outro, o paciente de 84 anos, com comorbidades, tinha registro de duas doses da vacina, mas não havia tomado os reforços (nem a D3 e nem a D4).

G1RN

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

JUSTIÇA ELEITORAL FISCALIZA CLINICA EM CAICÓ POR SUSPEITA DE COMPRA DE VOTOS; 11 PESSOAS FORAM CONDUZIDAS A DELEGACIA

A Justiça eleitoral realizou nesta segunda-feira(02) uma operação de fiscalização contra supostos crimes eleitorais em uma clinica médica e odontológica localizada na rua Tonheca Dantas nas proximidades da Central do Cidadão no bairro Penedo em Caicó.  Os funcionários da justiça eleitoral receberam denuncias de que a clinica estaria funcionando no domingo a noite e poderia está acontecendo favorecimento politico, mais como não conseguiram fazer a fiscalização naquele momento realizaram na manhã de segunda-feira, feriado de finados.  Ao chegar no local foi constatado a clinica em funcionamento com movimentação de pacientes e ao entrar pediram explicações e foram informados que aproveitaram o feriado para fazer moldagem para posteriormente ser realizado o orçamento do trabalho.  Os servidores da justiça solicitaram apoio da Policia Militar e conduziram até a delegacia para averiguação e prestar depoimentos três pessoas que trabalham na clinica e 8 pacientes que estavam presentes no local

SEXO, DROGAS E MUITO AMOR. VÍDEO DE SOGRA DE PREFEITO DE CAMPINA GRANDE PROVOCA "FRISSON" NA PARAÍBA

Um vídeo onde a sogra do prefeito de Campina Grande, Soraya Brito, aparece em um motel cheirando cocaína explodiu como uma bomba na Paraíba essa manhã. Soraya Brito é a mãe de Juliana Cunha Lima, casada com o prefeito Bruno Cunha Lima (Solidariedade). Bruno Cunha Lima é sobrinho do ex-governador Cássio Cunha Lima, que foi um dos líderes nacionais do PSDB. O ex-senador vai lançar seu filho, o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB), como candidato ao governo do Estado. A gravação está sendo muito comentada nas redes sociais, e a hashtag #fofocadecampina é uma das mais citadas na região. Ninguém sabe a autoria do vídeo.

CERVEJA EM FALTA...

Às vésperas das festas de fim de ano, o nível de ruptura da cerveja – índice que monitora a falta de produtos em supermercados brasileiros –, segue em alta. Em novembro, atingiu 19,45%, frente aos 10% registrados no mesmo mês de 2019.  O índice começou a subir em março, no início da quarentena. Nos últimos meses foram registrados 17,64% de ruptura, em setembro, e 18,92% em outubro.  O monitoramento acompanha os dados de 40 mil varejistas no Brasil e é feito pela Neogrid, especializada na sincronização da cadeia de suprimentos.  A falta de cervejas nas prateleiras se deve, principalmente, às dificuldades que as empresas enfrentam para comprar embalagens, como vidro para as garrafas e latas. Apesar do alto índice de ruptura, não há, por ora, risco de desabastecimento do produto.