O senador Rogério Marinho iniciou ligações e articulações com prefeitos filiados a todos os outros partidos. O plano é transformar o PL bolsonarista no segundo maior partido do Rio Grande do Norte, para fazer frente aos governos de Fátima Bezerra e Lula.
Líder da oposição no Senado, Rogério já quer viver agora a eleição estadual de 2026. Até o fim deste mês, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, garantiu a Rogério que vai mudar a comissão provisória do PL Potiguar.
Rogério anda não só mirando o MDB do vice-governador Walter Alves. Também já tentou tirar prefeitos do PSDB do deputado Ezequiel Ferreira de Souza, seu aliado. Rogério andou ligando para prefeitos tucanos que vão disputar a reeleição pelo PSDB, com intuito de filiá-los ao PL.
O problema é que, no interior, nenhum candidato quer ingressar na polarização da direita radical. Lula tem hoje uma aprovação grande no interior. E, em 2022, as urnas massacraram Jair Bolsonaro no RN. Até na capital, Lula venceu o ex-presidente.
Fala-se que, em 2026, uma chapa poderá ser construída com Walter Alves (Governo) e Fátima Bezerra e Ezequiel Ferreira para o Senado. Na oposição, Rogério vai encabeçar o palanque para o Governo, caso o senador Styvenson Valetim não queira ser candidato novamente ao Governo, ou o prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos).
Outro nome que anda no radar de Rogério é o do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, que pode assinar a ficha do PSD ou do União Brasil.

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