Por François Silvestre
Demóstenes Torres, mosqueteiro de capa da Veja, ganhou elegibilidade.
Cassado por corrupção, processado por corrupção, condenado por corrupção, o sacripanta que vendia ética e recebia dinheiro de Carlinhos Cachoeira, que ele chamava de “professor”, vai ser candidato.
Membro do Ministério Público, continuou exercendo o cargo e recendo salários, todos os auxílios e todas as mungangas.
Agora fará o que sempre fez.
Nos palanques e tribunas, se eleito, conduzirá cruzadas morais na teoria e regará hortas de imoralidade pública na prática. E ainda querem defender o “voto válido”.
No Brasil de hoje todo voto é nulo.
Via Blog de Carlos Santos
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